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*Autor convidado: Renan Barreto*

Toda startup tem a mesma premissa: encontrar um problema de mercado e conseguir resolvê-lo de forma mais rápida e mais eficiente que as empresas tradicionais.

Para isso, você cria um produto minimamente viável (MVP), formula uma proposta única de valor e estrutura uma equipe multidisciplinar para complementar seus conhecimentos. E juntos vocês trabalham primeiro para chegar ao product-market-fit, depois até o break-even e então começam a crescer.

Mas essa trajetória não é tão simples assim. Crescer um negócio é um caminho sinuoso e sem muita clareza do próximo passo. Portanto para que a startup tenha sucesso, você precisa ganhar escala. E é aí que começa a ficar mais complicado.

Escalar uma startup passa, invariavelmente, pelos seguintes desafios:

  • Adequação do produto ao mercado;
  • Ganho de competitividade;
  • Definição do funil de vendas;
  • Validação do produto;
  • Retenção de clientes;
  • Necessidade de investimento…

Essas dificuldades são sinônimo de que suas convicções iniciais não estavam 100% corretas (como normalmente nunca estão), e por isso você precisa pivotar. Mas a ideia de uma startup que trabalha com modelo ágil é justamente que você possa errar rápido para aprender rápido.

Portanto esses desafios não são o problema. A questão é: como você fará para superá-los? Quando você consegue vencer esses obstáculos e o negócio ganha consistência, a startup passa a ficar mais próxima de ganhar escala e entrar em crescimento acelerado.

Contudo, para superar esses desafios e sobreviver aos primeiros anos (que são o terror de toda startup), você precisará de uma equipe sólida, com quem possa contar e que possa confiar.

Ou seja: você precisará de profissionais engajados com o propósito da empresa se quiser ganhar escala.

O engajamento no trabalho por si só já traz benefícios impressionantes para as empresas. Mas no contexto de quem está dando seus primeiros passos, há características dos profissionais engajados que são essenciais para que o negócio tenha sucesso.

Assim, se você está passando por algum desses desafios que mencionei ou se sente que sua equipe não está totalmente engajada, nesse post veremos como medir o engajamento e de que forma usá-lo como estratégia de crescimento.

A importância dos altos índices de engajamento na startup

Um profissional altamente engajado desenvolve o que se chama de atitude de dono. E como todo dono (ou founder) de negócio, este profissional passa a trabalhar não apenas pelas bonificações e remunerações, mas sim pelo propósito da empresa. Uma vez que estiver engajado com a empresa, o sucesso do negócio é também seu sucesso pessoal.

Estamos falando então de pessoas que trabalham com afinco e determinação, porque ter sucesso significa ter também uma realização pessoal.

Mas além disso, colaboradores engajados trabalham mais felizes e satisfeitos. Isso significa que se precisarem fazer um sobreesforço para atingir as metas, trabalhar até mais tarde em alguns dias ou mesmo dedicar horas de estudo dos seus finais de semana, eles farão isso alegremente.

E se tem algo que sabemos é que no começo de toda empresa, o esforço extra é muito bem-vindo. Principalmente porque toda startup está sujeita ao vale da morte.

crescimento startup

Antes de se ganhar escala é necessário atingir primeiramente o break-even. E até que se chegue ao break-even, todo passo que a startup dá é como caminhar sobre uma corda bamba: não tem como prever se dará certo ou não.

Esse momento inicial de toda startup é repleta de incertezas: sobre o produto, sobre o sucesso dos clientes, sobre a proposta de valor… E é aqui que o engajamento tem sua verdadeira importância: quando se tem uma equipe engajada (com atitude de dono), você pode ter a certeza de que eles estarão contigo quando atravessar o vale da morte, e que continuarão contigo quando começar a ganhar escala.

Conteúdo Bônus:

Quais são os ganhos do engajamento para uma startup?

Essa atitude de dono já é muito comum em ambientes de startup, pois grande parte dos profissionais que vão trabalhar nesse mercado estão justamente à procura de experiências diferenciadas, aprendizados novos e da sensação de fazer parte de algo importante.

Mas sustentar e nutrir esse engajamento são os verdadeiros desafios.

Só para ter uma ideia, uma pesquisa de 2013 da Gallup apontou que ao redor de todo o mundo, globalmente, apenas 13% dos trabalhadores são altamente engajados.

E ironicamente, segundo essa pesquisa, esses 13% são os responsáveis por resultados inacreditáveis. Como por exemplo:

  • Aumento de 15% da produtividade da empresa como um todo;
  • Aumento de 30% da satisfação dos clientes; e
  • Aumento de 18% da receita anual e 21% na lucratividade;

Mas o mais importante de tudo isso é o quanto o engajamento colabora para um ambiente de trabalho mais estável e saudável.

Em muitos momentos uma startup passa por situações delicadas e tensas em que os níveis de incerteza e insegurança estão muito mais altos do que o normal. O que significa que o estresse tende a aumentar proporcionalmente e gerar bournout em muitos colaboradores.

Equipes que contam com colaboradores engajados costuma sentir menos os efeitos desse momento já que sentem prazer em ir para a empresa.

Torna-se muito mais fácil passar por momentos de crise quando seu time está comprometido com o sucesso da startup. E esses momentos tendem a durar menos, já que a própria equipe passa a agir de forma pró-ativa para encontrar soluções inovadoras ㅡ afinal, o sucesso da startup é o sucesso pessoal deles.

Conteúdo Bônus:

Medir o engajamento para ganhar ainda mais os seus colaboradores

Já ouviu aquela máxima dividir e conquistar? Pois é, ela até poderia funcionar antigamente para empresas gigantes e tradicionais, mas certamente não funciona mais hoje em dia.

A máxima da atualidade é medir e aprimorar. E não seria diferente com relação à engajamento no trabalho.

Esse trabalho de medir o engajamento para propor ações de melhoria pode parecer similar ao de aprimoramento de um produto ou de um processo de vendas, mas é amplamente mais complexo.

Essa complexidade existe por conta de um fator: cada pessoa é ímpar. Tanto o humor quanto as percepções do ambiente ou mesmo os parâmetros de felicidade variam de pessoa para pessoa conforme o momento de suas vidas.

Mas o que muda de fato?

O que muda é que diferentemente de outras áreas, na gestão de pessoas você precisa medir o engajamento dos profissionais constantemente. ㅡ Na verdade, você precisa medir frequentemente os pilares que geram engajamento.

Exemplo prático: Você tem um programador que é seu melhor desenvolvedor. Ele trabalha muito bem em equipe, gera ideias sensacionais sobre o produto e as entregas dele são muito expressivas. Ele não tem o que reclamar do time, do gestor ou mesmo do ambiente de trabalho. Mas ele sente que não está crescendo com esse trabalho ㅡ sente que está estagnado.

Essa estagnação aos poucos consumirá o engajamento desse programador até o ponto dele se desengajar, reduzindo e muito as entregas e a qualidade do trabalho.

Isso pode acontecer ao longo de meses ou mesmo de uma semana para outra. Esses fatores são imprevisíveis. É por isso que se faz tão necessário medir o engajamento.

A melhor forma de fazer essa mensuração é através de pesquisas semanais.

As pesquisas semanais de engajamento têm por função levantar dados sobre o momento da equipe. Mas principalmente, a função de gerar insights importantes sobre o que a gestão e a liderança podem fazer para melhorar a empresa como um todo.

A aplicação desse processo de maneira organizada e rotineira ajuda a identificar problemas rapidamente e minimizar os impactos sobre a startup. E quando pensamos que você está para ganhar escala, cada obstáculo que puder ser resolvido com antecedência é um passo mais perto do escalamento.

Importante: medir engajamento trata-se de avaliar estatisticamente como seu pessoal está para, a partir daí, direcionar esforços e ações para melhorar ou ampliar o desempenho individual e coletivo dos profissionais.

Os efeitos de uma equipe engajada

Sabe o que Susan Wojcicki, CEO do YouTube, Urs Hölzle, SVP de Engineering da Google e Marissa Mayer, ex-presidente da Yahoo, tem em comum?

Os três estavam entre os 20 primeiros funcionários do Google. Eles estiveram lá antes mesmo do primeiro milhão da Google, trabalharam lá em média 12 anos e são corresponsáveis pelo sucesso que a companhia é hoje.

Em outras palavras, o engajamento de profissionais com a sua startup faz com que essas pessoas tenham orgulho de trabalhar contigo e façam questão de ver o sucesso da empresa.

Quando a startup cresce e ganha escala, essas mesmas pessoas que estiveram lá no começo continuarão contigo. Ou se não continuarem, partirão para desafios à altura do conhecimento que acumularam trabalhando com você.

Engajamento gera senso de pertencimento e coletividade. Cria uma cultura baseada em se importar e trabalhar em prol do sucesso. O engajamento gera profissionais que trabalham como founders.

Portanto se você quer escalar sua startup, invista em pessoas e cuide do engajamento delas. Pois tenha certeza que essas pessoas engajadas cuidarão do sucesso da sua startup.

Conteúdo Bônus:


*Renan Barreto é Diretor de Produto na TeamCulture e trabalha há mais de 5 anos com metodologia ágil. Atualmente é responsável pelo desenvolvimento de soluções que ajudam líderes e empreendedores a criarem culturas incríveis, engajar colaboradores e terem sucesso.

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