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Talvez, ao observar outras pessoas, setores e/ou empresas e o resultado que entregam, você pense em sugestões de alguns pontos nos quais eles poderiam melhorar. Esse exemplo retrata um processo de análise bem natural ao ser humano: observar, identificar possíveis falhas e buscar maneiras de consertá-las. 

Entretanto, é fato que essa prática é muito mais difícil quando não é sobre processos externos, mas sobre nós mesmos e o que ocorre em nosso interior. Então, como podemos acabar com o ponto cego e conseguir nos autoavaliar? 

Neste artigo, vamos te contar tudo sobre a autocrítica e como exercitá-la da melhor forma para lhe ajudar a alavancar profissionalmente. Vamos explicar qual a diferença entre autocrítica positiva e crítica depreciativa e qual a relação entre autocrítica e feedback. Mas, antes, vamos entender primeiro o que é autocrítica.

O que é autocrítica?

A autocrítica é a habilidade interna de realizar uma análise crítica sobre si mesmo, podendo também ser aplicada em uma análise coletiva (de um grupo social ou instituição). Esse é um processo que tem ligação direta com o autoconhecimento, já que depende da capacidade de julgar os próprios atos e o modo de agir, além dos erros cometidos, para, então, corrigir-se e aprimorar-se. 

Autocrítica exagerada: qual a diferença entre autocrítica e crítica depreciativa?

Apesar de ser uma prática relativamente comum, a autocrítica pode facilmente cair no exagero. Enquanto alguns erram pela falta dela, outros pecam pelo excesso, pois não entendem a diferença entre autocrítica e crítica depreciativa.

Em geral, as pessoas acabam julgando os outros, focando apenas nos defeitos e sendo muito duras com o processo de cada um, esquecendo de prestar atenção nas próprias atitudes. Por outro lado, também existem aqueles que se preocupam ao extremo com cada passo que dão, criando os próprios obstáculos.

Tudo é questão de equilíbrio: o objetivo é ser um profissional que confie em si mesmo, sem ser arrogante, e que saiba separar meros julgamentos (que não trazem benefício algum) de críticas verdadeiramente construtivas.  

Como usar a autocrítica a seu favor?

É interessante entendermos como é possível utilizar a autocrítica a seu favor. Confira algumas dicas!

Trabalhe a autocrítica como uma aliada

Como dissemos acima, o equilíbrio é essencial para tudo na vida, inclusive para a crítica. Você deve lembrar que sua autocrítica deve ser aliada e não uma inimiga. Portanto, pratique a autocrítica positiva.

Antes de começar sua busca pelo desenvolvimento da autocrítica positiva, é necessário entender que autocrítica não tem a ver somente com a identificação de falhas. Também está envolvido o entendimento de suas competências, habilidades, diferenciais, comportamentos etc. Explore e entenda sobre si mesmo.

Entenda sobre a autovalorização

Lembre-se, também, que a autocrítica anda junto à autovalorização. Ambas são importantes para compreender tanto seu potencial pessoal como profissional.

Desenvolva o hábito de analisar suas atitudes. Avalie suas ações, pensamentos e reações. Avalie, também, aquilo que você deixou de fazer. Assim, você consegue entender melhor seus erros e acertos, afinal, autocrítica tem a ver com avaliar aquilo que você faz e pensa, aprender com erros, corrigir falhas, provocar mudanças e, com isso, amadurecer nesse sentido.

Desenvolva a autocrítica positiva

De fato, todos têm habilidade para analisar seus atos e as consequências. A diferença é que nem todos utilizam essa habilidade da forma e na frequência que deveriam. Mas, uma pessoa com autocrítica positiva, consegue usar muito bem essa habilidade e ter grandes aprendizados.

Tome cuidado para que a autocrítica não se torne uma maneira de autossabotagem e o prejudique. Nenhum exagero é bom. Tenha sempre equilíbrio.

Como praticar a autocrítica positiva? Confira alguns exercícios!

A autocrítica, para ser positiva, deve sempre vir de um desejo de compreensão na hora de se autoavaliar. Uma das perguntas possíveis para investigar a situação na qual se encontra é “o que eu fiz para chegar até aqui?”, em vez de simplesmente se lamentar pelo resultado obtido não ter sido o planejado. O mais importante da autocrítica são as ações que resultam da reflexão – e não os sentimentos.

A seguir, vamos ver algumas dicas fáceis para não cair na autopiedade e focar em uma autocrítica mais justa e positiva:

1. Busque equilíbrio

Sendo este um processo de autoavaliação, é fácil que ele crie uma certa insegurança. Para evitá-la, é necessário que se aprenda a usufruir da autocrítica para explorar os acertos e os diferenciais, focando no desenvolvimento de novos hábitos comportamentais úteis, em vez de se afundar em tudo que não lhe agrada em si mesmo.

A chave é: combinar a autorreflexão com autovalorização. A autocrítica não deve abalar a autoestima, mas ajudar a valorizar as competências de cada um, reconhecendo o potencial de melhora daquela pessoa e eliminando crenças limitantes.

2. Pense antes de agir

É necessário pensar antes de agir para que não haja consequências catastróficas indesejadas. A dica fundamental é: seja sempre paciente. Quando estiver frente a um problema, se apavorar não irá trazer nenhum tipo de ajuda para resolvê-lo. Além disso, ser tolerante também melhora o relacionamento com outras pessoas, já que não há uma reação negativa sendo jogada para cima delas: não há culpa pessoal, nem culpa-se o outro. Tudo isso só é possível com um raciocínio claro, sem reações impulsivas.

3. Ouça a si mesmo

Converse consigo mesmo. Não, não é para sair falando em voz alta no meio da empresa, mas, sim, desenvolver a habilidade de ouvir suas próprias opiniões. O que você realmente pensa pode passar despercebido durante a rotina frenética ou diante de autoridades, mas não deve ser descartado. Ninguém melhor do que você para saber quais atitudes tomar (e de que forma). Confie na sua intuição. 

4. Peça ajuda

A intuição é peça-chave nas decisões pós-autoavaliação, mas isso não significa que dá para fazer tudo sozinho: é preciso reconhecer que não se sabe tudo sobre tudo. Não seja duro consigo mesmo a ponto de negar que está em um processo constante de desenvolvimento profissional. Pedir ajuda é um dos jeitos de driblar as dificuldades que você enfrenta

Depois de ter um momento de autocrítica consigo mesmo, peça um feedback, afinal autocrítica e feedback funcionam bem juntos. O feedback de uma autoridade em quem você confia vai servir para você entender se suas opiniões pessoais se assemelham ao que alguém de fora está enxergando.

5. Não remoa o passado

Todo mundo já passou por isso: lembrar de algo que fez ou disse e desejar poder mudar tudo. Isso é normal, mas não deve alimentar a culpa. Devemos ser capazes de superar o que aconteceu e seguir em frente, aprendendo com os nossos erros. É justamente assim que melhoramos, tirando uma lição de tudo aquilo. Na mesma medida em que você é capaz de reconhecer seus acertos, deve ser capaz de enxergar onde errou: aceite suas imperfeições e perdoe-se.

6. Largue o perfeccionismo de vez

Pessoas perfeccionistas exageram na autocrítica e exigem demais de si mesmas, enxergando somente defeitos – uma visão crítica nada construtiva que pode ser reflexo de uma baixa autoestima

Pode-se evitar esse alto nível de perfeccionismo principalmente de duas maneiras:

Enxergue além dos erros

Se você foca apenas nos aspectos negativos de qualquer coisa, isso aumenta a importância que aquilo realmente possui. Reflita sobre as críticas que você faz a si mesmo, avaliando se elas merecem tanta atenção e preocupação. Problema mínimos existem e podem ser identificados, mas não vale a pena gastar toda a energia pensando, por exemplo, em um simples atraso, enquanto alguma outra tarefa foi bem-sucedida. Se dê o devido crédito.

Pare de se comparar 

Uma origem clássica para o perfeccionismo está na comparação com outros profissionais. Lembre-se: pessoas que atuam em uma mesma área podem possuir características e caminhos distintos. Cada um tem seu próprio tempo, e se comparar não traz nada além de frustração. Expor suas fraquezas também é um passo admirável que reforça a ideia de que ninguém é perfeito e contribui para a evolução pessoal. Desenvolva sua autoconfiança para se tornar um profissional melhor!

7. Planeje-se: estabeleça metas!

Uma medida mais prática é fazer um planejamento. Para que os resultados do exercício da autocrítica no cotidiano sejam claros, pode-se estabelecer metas, construindo um guia extremamente útil e didático. Se não se é capaz de executá-lo, imediatamente há um questionamento do porquê de aquilo não estar funcionando. Assim, o momento reflexivo é implementado na rotina de modo racional. Além disso, se o planejamento é cumprido, é porque você está seguindo o caminho certo.

Portanto: reflita sobre os objetivos que deseja alcançar e suas motivações. Compreenda qual o seu destino para que tenha uma visão mais clara do futuro.

Com as metas traçadas, fica mais simples de entender quais são os pontos que devem ser aperfeiçoados e os motivos que impediram chegar aos resultados esperados. Assim, os seus planos serão corrigidos continuamente, uma vez que terá uma melhor visão como um todo dos processos definidos.

8. Orgulhe-se!

Você deve sempre treinar sua autoadmiração. Depois de deixar de remoer o passado e as decisões erradas, o interessante é lembrar das situações que te orgulham. Um hábito simples de se cultivar é pensar diariamente em três ocasiões que te trouxeram orgulho pessoal, notando os erros e acertos que as envolvem e que te fizeram chegar até ali. Outro exercício é o de fazer um elogio a si mesmo junto de cada crítica.

Essas atividades seguem a mesma lógica: para uma vida mais saudável, é preciso ser capaz de enxergar a totalidade das nossas ações, dando atenção, também, às qualidades.

Vale lembrar que, ao definir metas, também é possível entender quando os resultados foram acima das expectativas. Isso funcionará como uma motivação para melhorá-los ainda mais e ter a oportunidade de se orgulhar dos projetos traçados.

Quais as vantagens da autocrítica para a vida profissional? 

Existem inúmeros momentos em que a autocrítica funciona como uma ferramenta útil no desenvolvimento da carreira. Como podemos ver a partir de cada exercício, um profissional que faz uso da autocrítica reconhece seus padrões de comportamento, o que contribui para melhorar as relações interpessoais – fundamentais em um ambiente de trabalho. 

Com esse processo, também desenvolve-se a habilidade de ser mais efetivo, diminuindo inseguranças diante de superiores e não se preocupando em assumir posições de liderança. Não há autossabotagem nem a automatização das tarefas (uma característica nada produtiva), e, com a criação de um planejamento, os objetivos que deseja-se alcançar tornam-se mais reais. 

Essas características estão baseadas em uma visão clara, desenvolvida por meio da inteligência emocional. Se você quer aprender como ela ajuda no desempenho de novos líderes e equipes de trabalho, continue no blog e tire suas dúvidas!

Aproveite também para conferir nosso material e anotar mais 15 dicas para alavancar sua carreira!

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