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Provavelmente, em algum momento, você já tenha ouvido falar em comunicação não violenta (CNV). Esse processo de pesquisa contínua foi desenvolvido por Marshall Bertram Rosenberg e por uma equipe internacional de profissionais. 

Origem da comunicação não violenta

A sistematização da CNV, feita pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, ocorreu na década de 1960. Ele fundou o The Center for Nonviolent Communication, elaborou o conceito de comunicação não violenta, o disseminou em cerca de 60 países e escreveu diversos livros relacionados ao tema. Entre eles, destaca-se o de mesmo nome da técnica: Nonviolent Communication: A Language of Life (Comunicação Não Violenta, em português).

O livro, até hoje, é bastante indicado para aqueles que querem aprender a trabalhar os conflitos interpessoais e profissionais de forma mais saudável e compassiva.

Ao escolher a comunicação conhecida como “não violenta”, Rosenberg pretendia se aproximar dafilosofia de Mahatma Gandhi, o ahimsa. O termo ahimsa deriva do sânscrito e faz referência a um conceito que defende a não violência e o respeito pela vida. O ahimsa abrange, além do conceito de não matar, a ideia de não causar dor física nem emocional a qualquer ser vivo, seja por meio de palavras, ações ou pensamentos. Porém, ao contrário de Gandhi, Rosenberg aprovava o uso defensivo da força, ou seja, de forma a evitar ferimentos. Entretanto, não a aprovava no sentido punitivo, quando há intenção de punir ou machucar alguém. De acordo com Rosenberg, o desejo de punir e o uso de medidas punitivas só existem em culturas que têm uma visão moralista do mundo, que categorizam as coisas como boas ou ruins. O psicológico também enfatizou o fato de que antropólogos descrevem diversas culturas ao redor do mundo em que a ideia de alguém “mau” não faz sentido, por isso, essas culturas tendem a ser mais pacíficas.

Antes de continuar, que tal aprender a aplicar outro conceito importante que se relaciona à comunicação não violenta? Acesse nosso conteúdo e aprenda a exercitar seu autoconhecimento.

O que é comunicação não violenta (CNV)?

Bom, agora que você já sabe a origem da técnica e sua relação com a psicologia, fica mais fácil decifrar do que ela se trata. Mas, vamos esmiuçar a técnica de forma mais profunda. 

A comunicação não violenta, também chamada de comunicação empática, defende e apoia o estabelecimento de relações baseadas na cooperação e na parceria, nas quais deve haver predominância da comunicação eficaz e da empatia. Ela ainda enfatiza o quanto é importante determinar suas ações baseado em valores comuns. 

A comunicação não violenta também é usada como guia para a construção de acordos. Nesse aspecto, ela pode tomar a forma de distinções, como: 

  • Distinção entre opiniões e sentimentos; 
  • Distinção entre necessidades e estratégias;
  • Distinção entre observações e juízos de valor;
  • Distinção entre pedidos e exigências ou ameaças.

A comunicação baseada nessas distinções tem a tendência de evitar dinâmicas que dominam, classificam, enquadram ou rotulam o outro.

A comunicação não violenta encara os âmbitos pessoal, social e interpessoal como contínuos, portanto, busca proporcionar maneiras práticas de intervir nelas.

Os adeptos à comunicação não violenta acreditam que todas as ações humanas têm origem na ideia de satisfazer as próprias necessidades. Porém, eles buscam fazer isso evitando usar a vergonha, o medo, a acusação, a coerção, as ameaças e a ideia de falha. 

Entre os princípios-chave da comunicação não violenta está a capacidade de se expressar sem julgar algo como “bom” ou “mau”, ou certo ou errado. De forma diferente, a técnica enfatiza a expressão de necessidades e sentimentos, em vez de juízos de valor ou críticas.

Benefícios da comunicação não violenta

A comunicação não violenta auxilia na conexão com outras pessoas, de modo a entender as necessidades de ambos os envolvidos.

O conceito de comunicação não violenta está baseado em uma abordagem mais autêntica e desarmada com o próximo. Isso significa iniciar uma conversa com as intenções já transformadas, para que a conexão com o outro seja criada e se desligue o “modo ataque ou defesa” que utilizamos tantas vezes na vida. 

Apesar de ser uma tarefa bastante desafiadora, aplicar o conceito de CNV em nossa vida permite que o outro nos entenda e que ele também mostre o que está acontecendo com ele. Já que os dois se encontram vulneráveis, em vez de somente se atacarem, a discussão tende a acabar. Assim, essa abordagem permite que seja possível criar uma conexão que nos fará enxergar tanto nossas necessidades não atendidas, quanto às necessidades do outro.

Deve-se salientar que esse processo acontece por meio da empatia. Essa ferramenta nos mostra como é importante se colocar no lugar do outro para que, assim, seja gerada a compreensão.

Outro benefício de praticar comunicação não violenta é que ela é útil não só para a conexão interpessoal, como também para a conexão individual e sistêmica.

Além disso, a comunicação violenta evita certos problemas e conflitos. Muitos pensam que nunca seriam capazes de praticar comunicação não violenta, pois afirmam que não conseguiriam “engolir sapo” ou “levar desaforo”. No entanto, na realidade, a CNV também serve justamente para evitar esse tipo de coisa.

A comunicação não violenta nos ajuda a expressarmos o que estamos sentindo e a sermos honestos conosco e com os outros em relação aos nossos sentimentos.

Como aplicar a CNV no seu dia a dia?

Quem deseja praticar comunicação não violenta, se conectar melhor com os outros e consigo mesmo, deve tomar algumas atitudes. Tais ações têm a ver com um processo de consciência interna, de compreender o que está ocorrendo dentro de si, e de consciência externa: compreender o que está ocorrendo com o outro. Após isso, devemos tentar procurar resolver nossos conflitos que precisam ser resolvidos. 

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Para desenvolver a CNV, siga as seguintes técnicas.

Técnicas de aplicação da CNV

  1. Observação: em uma discussão, observe as ações e a fala de quem o está incomodando ou gerando o conflito. Importante ressaltar que essas observações devem estar baseadas em fatos e não em suas próprias interpretações do que o outro quis dizer com suas atitudes. A observação deve estar baseada no que, de fato, ele disse ou fez;
  2. Sentimentos: após observar e identificar o que causou o conflito, volte-se para si mesmo e tente perceber e identificar quais sentimentos estão sendo despertados em você graças às atitudes da outra pessoa. Reflita se você está se sentindo frustrado, com medo, preocupado, aliviado, com raiva etc.

Nesse momento, procure utilizar palavras que sejam sentimentos e deixe o julgamento de lado. Por exemplo: quando uma pessoa diz que está se sentindo “ignorada”, isso, na realidade, não é um sentimento, pois a palavra “ignorada” descreve a ação de uma terceira pessoa, já que para ser ignorado, você precisa que o outro o ignore. 

Aqui, a intenção é que você se pergunte: “se tenho a sensação de que estou sendo ignorado, o que realmente estou sentindo?”.

Importante deixar claro que esse exercício não é para você se enganar ou tirar a responsabilidade das ações de outra pessoa, mas, sim, para aumentar suas chances de ser ouvido quando falar. Em vez de dizer: “estou sendo ignorado por você”, diga: “estou me sentindo triste com o que aconteceu”, pois, assim, o outro tende a te escutar;

  1. Necessidades: depois de seguir o primeiro e o segundo passo, tente identificar as necessidades. Se você está se sentindo frustrado, pense: qual necessidade não foi atendida e gerou essa frustração?

Ao comunicar suas necessidades, você deve se responsabilizar por elas. Por exemplo: no lugar de dizer “estou irritado porque você não arrumou a cama”, pense em suas necessidades que não foram atendidas e comunique-as. Diga algo, como: “estou irritado porque estou cansado. Queria chegar em casa e encontrar a cama arrumada. A cooperação é importante para conviver bem com o outro. Por isso, devemos conversar e estabelecer acordos que nos ajudarão a melhorar a convivência dentro de casa”;

  1. Pedido: faça um pedido claro ao outro para que, assim, suas necessidades sejam atendidas. Quando conversar, traga todas as questões à tona e deixe claro o que está se passando entre você e o outro. Comunique suas observações, a partir da fala e ações do outro, e depois explique o que você sentiu a partir dessas atitudes. Converse, também, sobre o que você está precisando mas não está sendo suprido e, então, com isso, realize seu pedido deixando claro aquilo que você deseja.

Muitas vezes, isso pode ser difícil pois não sabemos o que queremos ou temos receio de ouvir um “não” como resposta. Porém, a comunicação não violenta nos incentiva a termos coragem em nossos diálogos e conversas. Pode ser bom e interessante quando as pessoas adivinham o que estamos precisando, mas a realidade é que isso é raro, difícil de acontecer e ainda é injusto sempre esperar isso dos outros.

Para conseguir estabelecer um vínculo de confiança entre você e outra pessoa, é preciso comunicar necessidades e pedidos de maneira clara, para que os outros saibam como agir.

Quando aplicar a comunicação não violenta?

A comunicação não violenta pode ser aplicada em todo tipo de conversa, discussão, reunião, até mesmo em brigas e em diversas situações.

Quando a gente se comunica, acaba por expressar e se comportar de maneiras que denunciam nossas necessidades, algo comum a todas as pessoas. Ou seja, acabamos demonstrando medo, raiva, frustração, alegria, satisfação e diversos outros sentimentos.

O ponto é que estamos quase sempre perdemos tempo discutindo o comportamento, enquanto deveríamos estar discutindo o que está por trás dos comportamentos: as necessidades. 

Em vez de julgarmos uma pessoa, pensando no porquê de ela ter feito algo, devemos tentar identificar quais as suas necessidades que não estão sendo atendidas. Identificar o que a pessoa está precisando é, geralmente, o que gera a conexão. Então, podemos deixar o comportamento de lado e começar a entender o que está no profundo das pessoas com as quais nos relacionamos. 

A seguinte frase de Rosenberg resume essa ideia: “Por trás de todo comportamento existe uma necessidade.” – Marshall Rosenberg. Esse pensamento nos ajuda a enxergar o que está além do comportamento e a identificar o que está gerando o conflito, nos levando à uma discussão mais saudável, sem julgamentos, ataques ou rótulos.

Onde a CNV foi aplicada?

Marshall Rosenberg aplicou a técnica de comunicação não violenta por meio de programas da paz em Burundi, Croácia, Indonésia, Irlanda, Malásia, Nigéria, Oriente Médio, Ruanda, Sérvia e Sri Lanka.

As contribuições de Rosenberg, tanto teóricas como práticas, são bastante utilizadas para mediar ou definir conflitos, por isso, alguns mediadores as utilizam em seu trabalho.

Como a CNV impacta sua carreira de forma positiva?

A comunicação não violenta tem impactos positivos em diversas esferas de sua vida. Há vantagens tanto no âmbito pessoal, como profissional. Em sua carreira, independente de sua posição, a comunicação não violenta pode ajudar.

Como líder, desenvolver a empatia e a CNV com seus liderados pode potencializar as realizações da equipe, trazendo mais resultados para a empresa.  

Como colaborador, a CNV auxilia no relacionamento com os colegas e com os líderes. Atualmente, a inteligência emocional é um fator extremamente importante e determinante para o mercado de trabalho, fazendo toda a diferença no momento de uma contratação. Ao desenvolver a CNV, você potencializa sua inteligência emocional e melhora a convivência com os colegas de trabalho.

Conclusão

Pode não ser uma tarefa tão fácil desenvolver a comunicação não violenta, mas não é impossível. Além disso, suas vantagens fazem todo o esforço valer a pena.

Por isso, busque desenvolver e praticar a comunicação não violenta e desfrute dos benefícios que essa técnica oferece. 

Viu como a comunicação clara faz toda a diferença? Para aprender de maneira fácil como se comunicar de forma eficaz, acesse o conteúdo que preparamos.

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