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Atuar como líder em startup traz vários desafios. Para encará-los, o profissional deve apresentar alguns diferenciais como pensamento estratégico e mente aberta para inovações.  Se o trabalho contar com uma equipe remota, essas características são potencializada e e o desafio pode se transformar exponencialmente.

Para falar mais sobre estes assuntos, conversamos com Guilherme Valgas, Head de Operações e B2B na Casa Mineira, uma das maiores imobiliárias do Brasil em aluguel, compra e venda de imóveis. Valgas possui mais de 10 anos de experiência nas áreas de Marketing, Vendas, Growth e Inovação, e falou sobre os aprendizados como gestor.

Qual o papel fundamental de um líder em uma startup?

O líder em uma startup deve ter, ao mesmo tempo, um olhar para dentro e para fora. Na prática, o olhar pra dentro direciona a execução da estratégia e desenvolve pessoas. O olhar para fora alinha a estratégia traçada ao mercado para garantir que o product market fit continua aderente ao que o público necessita.

Como um líder pode motivar uma equipe com mais assertividade?

O líder deve entender as necessidades da sua equipe e, a partir disso, buscar os gatilhos certos para engajá-la. As pessoas são diferentes e possuem motivações diferentes, por isso o estilo de liderança deve se adequar ao time, e não ao contrário. Um exemplo que me inspira muito em relação a isso, é uma passagem do livro Transformando Suor em Ouro, do técnico Bernardinho, em que conta como precisou se adaptar para liderar diferentes gerações da Seleção Brasileira de Vôlei. Em determinado momento, percebeu que seu estilo mais “duro” e “carrasco” não iria motivar a nova equipe e precisou se reinventar para voltar a vencer.

É importantíssimo estabelecer uma relação de confiança e criar alianças com o seu time. Dessa forma, fica fácil alinhar interesses e gerir expectativas em relação à carreira, próximos passos, mudanças, etc.

Quais diferenças você percebe entre equipes de empresas tradicionais e startups?

De uma forma geral, as principais diferenças se dão em relação à agilidade de implementação e responsabilidades. As startups possuem uma disposição maior para testar, errar e costumam descentralizar o processo de decisão, possibilitando que cada profissional seja dono de um processo ou meta específica. No caso das empresas tradicionais, o erro costuma ser menos tolerável, o que faz com que toda mudança seja feita com mais cautela e num espaço de tempo maior. Por outro lado, empresas tradicionais costumam lidar bem com processos e com uma visão de longo prazo, o que pode garantir maior sustentabilidade ao negócio.

Existem muitas competências técnicas necessárias para se trabalhar em uma startup, mas mais importante que isso são as habilidades comportamentais, soft skills. Estar em uma startup significa assumir grandes responsabilidades – mesmo que você não esteja preparado -, lidar com o incerto, ser capaz de errar e se reinventar e mover-se rápido. Esse provavelmente é o ambiente ideal para encurtar o tempo de aprendizado e acelerar o crescimento da sua carreira.

Qual a dica para quem busca cargos de liderança em startups?

O passo um é começar a fazer parte desse ambiente. Frequente eventos, faça conexões, procure aprender sobre o mercado. Seja cara de pau mesmo. A segunda etapa é aprender com quem já chegou onde você quer chegar. Escolha alguns líderes que você admira e vá conversar com eles, entenda quais foram as habilidades que permitiram que ele se destacasse como líder.

Com essas informações em mãos, prepare-se. A liderança não é um cargo ou algo que se conquiste a força. Ela é construída com respeito, atitudes corretas e no dia a dia. Transforme-se num líder antes mesmo de ser apontado como um. 

 

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“Hoje em dia, as pessoas trabalham por algo a mais, querem fazer parte de algo com o que se importam.”

 

E quando falamos sobre times remotos e presenciais, quais os pontos que mais os separam?

A diferença é grande, porém os desafios são muito parecidos. Na prática, estamos falando de disciplina, responsabilidade e comunicação. Pode parecer mais difícil fazer a gestão desses temas de maneira remota, mas muitas vezes, o caráter presencial apenas camufla o alinhamento entre os times.

Já vivi as duas experiências e me sinto bem nas duas situações. No caso da gestão remota, ganha-se em produtividade, mas é preciso ter muita clareza sobre os canais, rotinas e o objetivo de toda a comunicação realizada. Já presencialmente, com a comunicação facilitada, o grande desafio é o foco, a capacidade de estabelecer prioridades.

Independente da forma de trabalho, o sucesso desses times passa por uma gestão eficiente, clara e adequada ao perfil dos times.

Como se fazer presente, motivar e engajar times sendo um líder remoto?

Gosto muito do conceito abordado no livro The Alliance, do Reid Hoffman, fundador do Linkedin. Ele acredita que o líder deve ser capaz de criar uma aliança com o seu time, estabelecendo uma conexão verdadeira e que vá além do trabalho, além das metas.

Hoje em dia, as pessoas trabalham por algo a mais, querem fazer parte de algo com o que se importam. E esse é o ponto de partida para motivar e engajar. Mas, mais do que isso, o papel do líder é o de jogar junto, direcionar e extrair o melhor do time. Na prática, isso passa por entender o limite entre gerir e microgerenciar, ajudar e atrapalhar.

Acredito que o modelo de 1×1 semanal é uma excelente maneira de se manter presente, motivar e engajar.

 

“As pessoas são diferentes e possuem motivações diferentes, por isso o estilo de liderança deve se adequar ao time, e não ao contrário.”

 

É papel do líder criar um senso de proximidade entre todos?

Com certeza. Senso de proximidade e pertencimento são fundamentais, especialmente para times remotos. Essa sensação vai passar pela comunicação e o sentimento de importância. O papel do líder é criar as condições para que isso aconteça, deixando claro objetivos, estratégias, próximos passos e a importância de cada time/pessoa para que o resultado seja alcançado.

Qual considera uma característica imprescindível em um líder?

O líder deve ser capaz de ler essas mudanças de maneira ágil, mantendo os times engajados, motivados e em alta performance. Um líder deve ser capaz de ler e interpretar cenários. Isso vai possibilitar que ele esteja preparado para as mudanças, aja rápido, compreenda as necessidades do seu time e passe a segurança necessária para seguir com uma estratégia, mesmo em momentos de incerteza.

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