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Qual seu maior defeito? Por que você deve ser contratado? Como você se comporta no trabalho? Leia até o final para saber como responder essas e outras perguntas de entrevista de emprego (inclusive sobre pretensão salarial!), sem pisar na bola.

Antes, que tal conferir nosso outro post com técnicas de persuasão para aumentar seu poder de convencimento? Clique aqui para ler. 

1. Quem é você? Fale um pouco sobre si.

É de praxe a entrevista partir dessa pergunta mais comum, mas a verdade é que quem está entrevistando não quer saber toda a sua trajetória. Para facilitar na hora de responder, encare o questionamento como se estivesse montando um currículo. Foque nos aspectos que mais combinam com a vaga e que possam aumentar o seu potencial como candidato. 

Não se preocupe em ser extremamente detalhista, afinal essa é apenas uma introdução. Caso se esqueça de algo que considera interessante mencionar, é só incluir a informação ao longo da entrevista, organicamente, em alguma das respostas seguintes. 

2. Quais são seus objetivos em curto prazo?

Antes de sequer dar entrada em um processo seletivo, é interessante que você avalie se aquela vaga realmente lhe interessa. Por mais que considere o cargo como uma transição – ou seja, como um passo adiante na carreira, mas não a meta final –, ele ainda deve ser coerente com os objetivos da sua trajetória profissional. 

Esses objetivos profissionais podem ir de acordo com o desejo por uma promoção a cargo de especialista ou, por outro lado, como líder. Depois de uma avaliação do tipo de carreira que você almeja (em W ou em Y, por exemplo), identifique se a vaga está de acordo com os seus planos. Se ela for vista como uma oportunidade para agregar experiência ao seu currículo, prossiga. 

Tendo isso em mente, quando lhe perguntarem sobre seus objetivos profissionais, é só responder com honestidade. Afinal, com a avaliação prévia dos valores da instituição, eles estarão de acordo com o que a empresa pode lhe oferecer durante o período de contratação. 

3. Quais são seus objetivos em longo prazo?

Essa pergunta costuma vir acompanhando a anterior. Sendo muito similares, seguem a mesma lógica em suas respostas. Esse é o momento de deixar claro o que você espera como profissional, quais as suas expectativas e ambições. 

Não se esqueça de se comunicar com clareza: um erro comum entre os candidatos é a aceitação passiva de qualquer proposta colocada na mesa, independente do quão relevante ela possa ser para concretizar o seu plano ocupacional. Se quiser, você pode começar a montar o seu plano de carreira por conta própria, lendo este artigo aqui. 

Além disso, os nossos consultores podem te ajudar a identificar outras áreas em potencial na sua trajetória profissional. Clique aqui para receber um diagnóstico de carreira grátis dos especialistas da Penser. 

4. Como você lida com as pressões do trabalho?

Na hora de responder esta pergunta, exemplifique. Faça uso de vivências pessoais para solidificar a resposta e transmitir segurança a quem está te entrevistando ou à banca de avaliação. A postura neste caso pode valer muito – tanto quanto o que está sendo dito –, sendo levada em consideração como potencial do candidato ocupar a vaga.

Ser um profissional que confia em si mesmo é de suma importância. Se a autoconfiança for uma dificuldade para você, clique aqui e confira esse artigo com 10 dicas de como ser mais autoconfiante.  

5. Por que você deve ser contratado(a)?

Há alguns jeitos diferentes em que essa pergunta pode aparecer, como “Qual o seu diferencial em relação aos demais candidatos?”, por exemplo. As respostas tradicionais incluem dizer que tem “sede de aprender, de crescer profissionalmente” ou “de contribuir com a empresa”, mas isso já não é suficiente.

O importante aqui é focar em como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da instituição, detalhando sua participação ativa na empresa e demonstrando como suas habilidades podem ser aplicadas no cotidiano da organização. 

Resumindo, os requisitos da vaga devem ir de encontro ao seu próprio currículo e vice-versa, com um encaixando no outro. Nessa hora, não é considerado arrogância “vender” suas qualidades e experiência como essenciais para o cargo, sendo essa, inclusive, uma maneira de se destacar entre os demais entrevistados.

6. O que você considera importante em uma empresa?

Considerando que você já fez sua pesquisa sobre a organização na qual está tentando entrar e se candidatou para a vaga, essa resposta é a das mais simples. Conecte o que for dizer com os seus valores pessoais, assim eles estarão de acordo com a cultura da empresa

Alguns exemplos que você pode citar são: organização, seriedade, equipe e quadro de funcionários estável, conforto para trabalhar, entre outros. Aproveite para incluir porque você se interessa em entrar para a instituição, que pode aparecer como uma pergunta separada.

7. Qual o seu estilo de gestão?

Organizações estão sempre em busca de bons líderes, principalmente os que conseguem ser fortes sem perder a flexibilidade. Por causa disso, essa é uma das perguntas e respostas chave na entrevista, de acordo com o cargo desejado. Ela pode vir de outro modo, como: “Em que situação você exerceu liderança?”.

Assim como em outras etapas, é interessante adequar o que vai dizer à vaga que queira conquistar. O profissional pode escolher exemplificar através do treinamento de um funcionário de desempenho baixo que se tornou um dos mais produtivos, ou do gerenciamento em startups – tudo depende dos requisitos de cada posição. Dica relâmpago: detalhes tornam a história inesquecível.

8. Quais foram suas maiores realizações profissionais?

Relembre as áreas que você destacou na primeira resposta, quando lhe perguntaram sobre a sua trajetória profissional. Provavalmente, as suas maiores realizações profissionais estão relacionadas com elas. Cite até três exemplos, para focar nos acontecimentos mais relevantes e, caso tenha esquecido de algo lá no início, agora é uma ótima oportunidade para incluir o que falta. Caso as realizações estejam conectadas com alguma hard skill, faça questão de mencioná-la, demonstrando o nível de preparo que você tem para ocupar o cargo. 

9. Quais são seus pontos fortes?

Guia rápido para essa resposta: exalte suas qualidades. Liste os principais aspectos da sua personalidade e escolha aqueles que considera partes de um talento. Para ajudar a se lembrar dos pontos positivos, imagine o que colegas de trabalho falariam sobre você, caso essa pergunta fosse direcionada a eles. Fuja dos clichês o máximo que consiga e enuncie as qualidades e habilidades que mais lhe definem. 

10. Quais são os seus pontos a desenvolver? 

Não há como fugir dessa pergunta, mas ela pede equilíbrio: nem tanto receio, nem se prolongue demais. Somos humanos, logo, todos temos nossos defeitos. O diferencial é, após reconhecer sua debilidade, complementar o exemplo com alguma prática que você está fazendo para trabalhar e melhorar seu ponto fraco

11. Qual é o seu maior sonho? 

O objetivo dessa pergunta é descobrir se o candidato sabe exatamente o que quer. Não somente isso, mas também avaliar o nível de criatividade. Alguns examinadores podem perguntar até mesmo de forma mais direta: “Qual é o emprego dos seus sonhos?”. Quanto maior a autenticidade do profissional em sua resposta, maior é a chance do alinhamento entre o perfil do trabalhador e o perfil da empresa. 

Mesmo no caso da palavra “emprego” estar diretamente na pergunta, não é necessário entrar em detalhe quanto ao cargo que você deseja ocupar. Isso porque não se sabe ainda o que a empresa pode lhe oferecer mais adiante, e os planos podem sofrer alterações de ambos os lados da negociação. 

É importante se mostrar aberto às possibilidades, focando apenas em uma descrição mais subjetiva, como a indicação do tipo de ambiente de trabalho que seria o ideal para você. Dependendo da organização e da vaga sendo disputada, o candidato também tem a opção de um enfoque mais prático, voltado para as atividades que mais gosta de exercer.

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12. Por qual motivo você saiu da empresa anterior?

Aqui começa uma das linhas de perguntas (e respostas) que traz mais ansiedade ao candidato. Mas não há com o que se preocupar! Somente pela situação ser um processo seletivo, os gestores que compõem a banca avaliadora já tem a noção de que a pessoa está desempregada e/ou que ela deseja mudar de emprego. O importante é ser sempre honesto sobre a situação na qual você se encontra. 

Não há necessidade de mencionar desavenças com a gestão das empresas pelas quais você passou, por mais que elas sejam concorrentes. Focar na instabilidade de uma delas não serve como um elogio para a instituição que você está tentando entrar no momento, e pode acabar parecendo algo de muito mal gosto. 

Para que isso não aconteça, também não é necessário mentir. Faça o seguinte exercício: ao invés de falar mal de uma situação anterior, colocando a culpa em um ex-gestor por exemplo, redirecione o foco para como o clima não era favorável ao seu desenvolvimento. Sempre pense em apresentar a si, suas qualidades e experiências, como o foco da entrevista. 

Reclamar de superiores ou das organizações pelas quais passou pode acabar lhe colocando uma imagem negativa, como alguém que reclama, mas não toma atitudes para resolver a situação – ou até mesmo como aquele que provoca brigas e espalha fofocas. Definitivamente este não é o comportamento que empresa alguma esteja procurando.

Portanto, você pode simplesmente responder que está buscando crescimento profissional e oportunidade melhores na carreira. É uma declaração objetiva, verdadeira e que evita constrangimentos.

13. Por que ficou pouco tempo nos empregos anteriores?

Esse questionamento ainda fala sobre as experiências profissionais passadas, assim como a pergunta anterior. Ao analisar um currículo, o entrevistador pode prestar atenção nos períodos de tempo que o profissional passou em cada uma das funções que ocupou e nas empresas pelas quais passou.

Você sabe melhor do que ninguém porque mudou tantas vezes de emprego. Contudo, caso não consiga explicar muito bem o contexto das constantes mudanças, você pode justificar afirmando que procura por um empresa que, dentre outras coisas, invista nos colaboradores e valorize o trabalho, fornecendo oportunidades de crescimento.

14. Por que está há tanto tempo no emprego atual?

Ao contrário de alguém que troque muito de cargo e/ou instituições, talvez você seja o funcionário que está há anos no mesmo lugar. Nesse caso, pode-se focar nos valores da empresa atual, e em como eles são compatíveis com os seus. Explique que a organização lhe valoriza no que faz, mas que agora seus objetivos e metas são outros e que, portanto, você deseja adquirir novas experiências em outras empresas.

15. Por que você foi despedido (ou se demitiu)?

Reforçamos várias vezes durante esse artigo que a honestidade é fundamental durante um processo seletivo. E é fácil notar o porquê: depois de tantas perguntas e respostas, de nada vai adiantar você conseguir passar por elas mentindo, sendo que depois terá que trabalhar com aquelas pessoas e será incapaz de exercer as qualidades e habilidade que você afirmou que tinha. É uma situação insustentável.

Pois então: com esse questionamento, os avaliadores estão buscando perceber se o trabalhador é capaz de aprender com as lições do passado. Assim como quando falando de quaisquer experiências prévias, não se queixe: responda deixando as emoções de lado e se esforce para contextualizar a decisão de pedir demissão. A mensagem final deve ser que você aprendeu com a situação.

16. O que fez neste tempo sem trabalhar?

Um último ponto que os entrevistadores podem levantar em relação às experiências anteriores do candidato e que queremos destacar, é quando há lacunas no currículo do profissional. Essas lacunas não necessariamente são um ponto negativo logo de cara – é possível conseguir uma boa vaga ainda que existam esses gaps

O importante é se você se manteve ativo de alguma maneira durante os períodos supostamente “inativos”. O propósito da pergunta é justamente esse: avaliar o nível de proatividade do futuro funcionário. 

A partir daí, a resposta depende apenas de como você ocupou seu tempo: aperfeiçoando habilidades, desenvolvendo competências, melhorando suas técnicas e conhecimentos, aprendendo um idioma, palestrando, trabalhando como voluntário e/ou como freelancer… As possibilidades são múltiplas.

17. Qual foi o último livro que leu? 

Essa é uma pergunta mais leve, que busca descobrir um pouco mais sobre a personalidade de quem está sendo entrevistado. Dependendo da resposta fornecida, também é possível saber o nível de interesse da pessoa pelo seu setor de atuação. 

Definitivamente não é a hora de mentir: por mais culto que você queira parecer, o avaliador pode perguntar a sua opinião sobre o livro. Caso você não tenha o costume de ler por hobby, não há problema em citar um livro mais técnico da sua área, mesmo que tenha o lido há mais tempo.

18. Você já recebeu críticas sobre o seu trabalho? Como reagiu?

Uma das perguntas de entrevista de emprego mais clássicas, esta é bem direta e serve para ver a postura do profissional diante de opiniões alheias. Assim como o seu objetivo é claro, a resposta também é simples: críticas são algo positivo. Um feedback bem dado é fundamental para que haja crescimento profissional porque ajuda o colaborador a notar seus erros, evitando que ele os repita no futuro.

19. Com que tipo de pessoa você prefere trabalhar?

Vá direto ao ponto e pense em comportamentos e características pessoais que são valorizados pelo mundo corporativo. Dentro dessa categoria, as opções são muitas. Você pode ressaltar que gosta de trabalhar com profissionais que têm espírito de equipe, comprometidos, responsáveis e proativos, assim como muitas outras qualidades.

O questionamento também pode vir ao contrário, perguntando com que tipo de pessoa você encontra dificuldade em trabalhar. Nesse caso, é só inverter a lógica e pensar em comportamentos que atrapalham o clima organizacional. Pessoas impacientes, arrogantes e individualistas impactam negativamente o rendimento da equipe e da empresa.

20. Que salário considera justo?

Discutir (ou mesmo determinar) a pretensão salarial pode ser algo desconfortável para algumas pessoas. Talvez a inexperiência no meio corporativo seja o motivo para tal, mas não há porque se tornar um bicho de sete cabeças. 

Quando o RH pergunta sobre salário para o candidato, a intenção é avaliar quais itens o profissional está disposto a negociar. Tente sondar por outras fontes, antes do processo seletivo, qual o valor médio de remuneração naquele cargo. Caso isso não seja possível e você não tenha uma estimativa, fale a verdade: não saber o salário da sua categoria não vai atrapalhar a sua candidatura.

E é bom saber: a remuneração não é o único benefício que o trabalhador pode negociar. Além de valores, as tarefas, os projetos, as férias, a possibilidade de treinamento e o horário de trabalho também estão sob discussão. Algumas empresas demonstram uma maior abertura com isso desde a publicação da vaga (ao listar “horário flexível”, por exemplo), mas esse tópico pode ser levantado em qualquer entrevista de emprego


Agora que você já está por dentro das perguntas e respostas mais comuns em um processo seletivo, que tal conferir mais dicas de como se preparar para as entrevistas de emprego? Clique aqui e confira 7 truques para evitar a insegurança e a ansiedade antes de entrevistas!  

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