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Você vive para trabalhar? O ritmo de trabalho, a competitividade do meio corporativo e a intensidade e o acúmulo inúmeras demandas profissionais podem ser muito mais do que alguns conseguem lidar. Ainda assim, várias pessoas acabam não notando que estão sobrecarregadas. 

Cuidar da saúde mental é garantir uma melhor qualidade de vida e um bom desempenho em todos os sentidos. Quer saber o que é a síndrome de burnout e como ela afeta o dia-a-dia de quem tem o transtorno? Continue lendo!

O que é a síndrome de burnout?

A síndrome de burnout é um distúrbio psicológico diretamente associado ao estresse profissional. A diferença da síndrome para o estresse e cansaço comuns é justamente sua relação com o ambiente de trabalho, além de que os períodos de exaustão são duradouros.

A expressão “burnout” em inglês significa algo em torno de “queimar por completo”. A equivalência em português é o esgotamento, portanto a síndrome de burnout também é conhecida como síndrome do esgotamento profissional.

Após a consulta com um especialista da área da saúde e o diagnóstico clínico do estresse profissional, é possível dar início ao tratamento. Mas vamos com calma: a cada seção deste artigo, explicaremos detalhadamente as etapas desse processo.

Como a síndrome de burnout afeta o dia-a-dia profissional?

Como dissemos, a síndrome de burnout resulta de um esgotamento relacionado ao trabalho. Exatamente por isso, ela é um problema ocupacional. Não há benefício algum provocado pela síndrome, mas é possível que alguma de suas causas acabem sendo justificadas pelo costumeiro clima corporativo.

Em algumas empresas, é comum que um profissional que aparenta dar 110% de si nas tarefas e fica sempre além do horário estipulado tenha um feedback positivo de seus gestores. Abarcar um número maior de tarefas do que as predeterminadas para a sua função também pode ser encarada, nesse cenário, como uma disposição extra do profissional. 

Apesar dessas práticas serem vistas como sinais de proatividade (uma característica super desejável), servindo até mesmo para estimular a competição entre funcionários, elas não são positivas quando passam dos limites. 

Cada funcionário é uma pequena peça no sistema da instituição, com seu papel determinado: em primeiro lugar, sobrecarregá-lo deveria ser desnecessário, além de que vai na contramão do bom funcionamento da empresa.

Delegar tarefas, por exemplo, é uma estratégia louvável para o bom funcionamento de qualquer organização, contribuindo para o clima organizacional. Exigir mais de seus funcionários de uma maneira errada pode gerar competitividade excessiva e descontentamento não somente com os líderes, mas com a empresa. É o oposto do que uma gestão por competências propõe para o ambiente corporativo.

Trabalhadores desmotivados podem ocasionar em altos níveis de absenteísmo na instituição, alta rotatividade, atraso no cumprimento de metas e no alcance de objetivos, dentre outras consequências para o desenvolvimento da empresa, o ambiente corporativo, e a saúde mental dos funcionários. 

Entre todas as possíveis origens dos problemas citados anteriormente, encontram-se sintomas da síndrome do esgotamento profissional. Veja a seguir quais os sintomas mais comuns e como identificá-los.

Como diagnosticar a síndrome de burnout?

Pessoas afetadas pelo estresse profissional costumam descobrir que as dificuldades pelas quais passavam na rotina de trabalho eram por causa da síndrome apenas depois de atingirem níveis extremos. Mas não é necessário entrar em crise para descobrir que se tem o transtorno.

Como visto anteriormente, algumas das práticas que levam ao esgotamento profissional podem até mesmo serem vistas positivamente por gestores e empresas. Por isso que workaholics – termo que descreve aqueles que são viciados em trabalhar e não conseguem descansar – estão mais susceptíveis à síndrome de burnout. É preciso atentar-se para os sinais. 

Existe uma lista com 12 afirmativas que apontam para uma rotina em que há o acúmulo de estresse ocupacional. Elas compõem um teste básico, que funciona como uma metodologia de autoconhecimento, para que o profissional realize uma autoinvestigação sobre a situação em que estão e se passaram dos limites. Confira as frases a seguir:

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  1. Na minha rotina, identifico mais custos do que benefícios.
  2. Me sinto cansado(a) e desmotivado(a), mesmo estando de férias.
  3. Tenho pouco (ou nenhum) controle sobre meu ritmo e cronograma profissionais.
  4. Mesmo fora do trabalho, me sinto sobrecarregado(a).
  5. Não tenho comparecido no trabalho pois me sinto doente
  6. Estou insatisfeito(a) com meu desempenho profissional
  7. Tenho me distanciado ou isolado dos amigos e familiares
  8. Discordo (ética, social e/ou moralmente) das tarefas que executo
  9. Sou responsável por projetos que não possuem verba para serem concretizados
  10. Procuro alívio com o uso de medicamentos e/ou bebidas alcoólicas
  11. Minha vida sexual se tornou mais uma tarefa a cumprir
  12. Sinto que estou sem saídas, não há alternativa para minha situação

Importante salientar que essas são situações para se atentar caso tornem-se frequentes, entretanto, nada substitui a consulta com um profissional da saúde. Somente especialistas podem diagnosticar se a pessoa sofre mesmo da síndrome de burnout ou se os sintomas são de algum outro distúrbio, ou então, se é algo passageiro, por exemplo. Não deixe de ir ao médico.

Existe tratamento para a síndrome de burnout?

Não é um caminho sem volta: existe tratamento para a síndrome de burnout, sim. Há três principais metodologias para se fazer a prevenção e contenção das crises. São elas:

1. Psicoterapia

A pessoa que notar o esgotamento físico e mental deve procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. Sessões de psicoterapia costumam ser o tratamento mais comum para os afetados pela síndrome de burnout. 

Independente da linha da Psicologia seguida pelo médico (cognitivo-comportamental, analítica, psicanálise, psicodrama ou Gestalt), o importante é se sentir confortável com a abordagem e saber que as sensações de impotência e a falta de perspectivas serão combatidas, assim como outros sintomas. 

O que funciona para um paciente, pode não funcionar para outro, mas todos são impactados da mesma forma. É comum a indicação de exercícios respiratórios e outras técnicas de relaxamento. De qualquer modo, o tratamento é montado conjuntamente entre um médico e o trabalhador afetado. 

2. Medicação

Não há porque se envergonhar: em alguns casos, as manifestações da síndrome de burnout podem ser mais intensas e afetar o profissional de maneiras que interferem sua vivência diária. Quando há a incapacitação por causa do distúrbio, remédios como ansiolíticos e antidepressivos podem ser a chave contra crises de ansiedade e episódios de depressão. Remédios que melhoram a qualidade do sono também são uma possibilidade, visto que o descanso é imprescindível para combater o transtorno.

Novamente, o tratamento varia a cada paciente – nessa situação, em relação ao tempo em que se tomaria os medicamentos. Cada corpo reage de uma forma, não havendo como prever a resposta biológica. Por isso é tão importante o acompanhamento médico durante todo o processo.

3. Estilo de vida

Hábitos saudáveis são fundamentais para vencer a síndrome do esgotamento profissional. Pode-se, também, praticar algumas das dicas mesmo sem a identificação do distúrbio, tendo elas em mente como estratégias preventivas. São práticas positivas para manter a saúde mental e não sucumbir à pressão do trabalho no dia-a-dia.

Listamos aqui então 11 dicas para escapar do estresse ocupacional:

  1. Estabeleça limites claros: evite trabalhar mais de oito horas por dia; 
  2. Procure fazer pausas de até 15 minutos a cada duas horas de trabalho; 
  3. Faça questão de tirar férias todos os anos; 
  4. Cultive no mínimo um hobby
  5. Preze por momentos de lazer: tenha vida social; 
  6. Aproveite o tempo que tem com a família e planeje encontros regularmente; 
  7. Aprenda a relativizar seus problemas; 
  8. Sempre avalie qual (ou se há) o retorno social ou emocional pelo trabalho que exerce; 
  9. Pratique exercícios; 
  10. Se alimente corretamente e sem pressa; 
  11. Evite álcool e outras drogas.

Com um foco maior nos setores da vida que vão além do profissional, é possível atingir um equilíbrio pessoal. Quando se trabalha com o que gosta, é comum ser sugado na rotina ocupacional, mas isso também pode acontecer com trabalhadores que simplesmente não notam o tanto que é exigido deles. 

Exercitar pequenos prazeres é um direito que nesses casos se transforma em um dever. Não se deve sentir culpa por tirar um tempo para si, seja para descansar ou para focar em outras atividades além das demandas empregatícias. Todos devemos ser mais do que somente as funções que desempenhamos no trabalho.

 

Agora que você já sabe o que é a síndrome de burnout, consegue identificar se a sua rotina ocupacional tem se transformado em um problema? Cuidar da saúde mental é de extrema importância para que se consiga desempenhar as funções demandadas no trabalho. O esgotamento profissional deve ser combatido como o problema ocupacional que é, inclusive pelas organizações. 

Líderes com inteligência emocional conseguem analisar suas equipes e manter um canal de comunicação aberto com todos, permitindo que frustrações sejam compartilhadas logo que começam. Um gerenciamento bem feito contribui para o clima organizacional e para a felicidade dos colaboradores. Isso faz com que instituições mantenham o interesse dos funcionários, retendo talentos e, inclusive, evitando gastos.

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