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Tomar uma decisão nem sempre é fácil. Diante de várias alternativas, ficamos perdidos pensando qual deve ser a melhor escolha. E quando ela envolve questões mais profundas, que podem trazer mudanças significativas, o processo de tomada de decisão é algo que exige muito de nós. Quando levamos para o lado profissional, a questão é ainda mais complicada, pois as decisões tomadas em uma empresa, em geral, vão envolver pessoas, custos e processos. 

Por esse e por outros motivos, é necessário ter bastante atenção quando formos tomar alguma decisão. Nesse sentido, a inteligência emocional e o autoconhecimento são necessários para lidar com o processo de tomada de decisão e com as consequências que virão depois de fazer uma escolha. 

Pensando na importância da tomada de decisão, tanto para a vida pessoal, como para a vida profissional, preparamos este texto. Sabemos que, mesmo envolvendo diferentes graus de complexidade, a tomada de decisão pode ser mais fácil se tivermos mais conhecimento sobre o assunto e sobre técnicas que facilitem o processo. Se você quiser entender mais sobre o que estamos falando, continue lendo este texto!

O que é tomada de decisão?

A tomada de decisão é, basicamente, uma escolha feita. Trata-se de um processo cognitivo que envolve a emoção e a razão. Geralmente, a tomada de decisão é uma escolha entre várias outras alternativas. Assim como envolve uma série de fatores, cada decisão também gera consequências, mesmo aquelas inesperadas.

Se pararmos para pensar, estamos fazendo escolhas e tomando decisões a todo momento. Algumas vezes, o processo de tomada de decisão é praticamente automático; outras vezes, ele é difícil e demorado.

Seja na vida pessoal ou na vida profissional, é sempre necessário fazer escolhas. E quanto mais conscientes estivermos, mais sábias elas serão. Um processo de tomada de decisão bem guiado ajuda a evitar resultados inesperados, diminuindo as chances de fracasso e aumentando as chances de sucesso.

O que é tomada de decisão nas organizações?

Em empresas, a tomada de decisão deve ser encarada com ainda mais cuidado, pois representa tanto oportunidades, como riscos. Geralmente, o gestor é o responsável pelas grandes decisões, que costumam envolver graus de dificuldade variados. Contudo, os colaboradores também são responsáveis por escolhas importantes para a organização.

Nem sempre é fácil fazer escolhas, principalmente quando sabemos que elas trarão grande impacto ao negócio. Mesmo assim, a tomada de decisão é de extrema importância, afinal, sem ela, a empresa pode perder oportunidades de negociações e de crescimento no mercado, por exemplo.

A tomada de decisão é constante e dinâmica, e envolve todas as outras atividades da empresa. É possível notar que, a todo momento, uma empresa faz escolhas, seja quanto aos produtos em que deve investir, em relação a novos fornecedores, em relação a mudanças na equipe ou na gestão, etc. 

Em ambientes corporativos, é ainda mais importante que a decisão não seja tomada de maneira abrupta. Nesse sentido, seguir alguns passos pode ser bastante vantajoso. Confira um passo a passo básico que deve estar envolvido no processo de tomada de decisão:

  1. Identificar o problema e defini-lo;
  2. Coletar informações;
  3. Analisar as alternativas existentes;
  4. Escolher a melhor opção entre as alternativas;
  5. Planejar;
  6. Executar;
  7. Monitorar e analisar os resultados.

As decisões são tomadas visando o sustento e a continuidade do negócio, garantindo, ainda, o bom funcionamento da organização em seus diferentes níveis hierárquicos, a fim de alcançar as metas e objetivos almejados.

O que está envolvido no processo de tomada de decisão?

Em um processo de tomada de decisão, há dois aspectos principais atuando: a razão e a emoção. Encontrar um equilíbrio entre ambos pode ser complicado, mas o equilíbrio é fundamental para evitar escolhas erradas. 

Assim como é importante ter dados e informações para fazer uma análise (razão), também é importante ter autoconhecimento e inteligência emocional (emoção) para fazer a melhor escolha.Na esfera pessoal encontram-se seus valores e sua visão de mundo, que demonstram quem você é e o que pretende alcançar. E na esfera racional, estão o embasamento e a prudência.

Você já notou que as decisões feitas com pressa e de cabeça quente, geralmente, não são boas? A inteligência emocional atua nesse sentido, contribuindo para uma mente mais equilibrada que, consequentemente, vai conseguir conduzir um processo mais bem-sucedido. Além disso, o autoconhecimento faz com que as pessoas tomem decisões mais assertivas e conscientes, ao auxiliá-las na compreensão acerca de suas emoções, maneiras de pensar, objetivos, metas e padrões de comportamento.

Mas, como fazer boas escolhas? Como agir para tomar boas decisões? É o que vamos explicar agora.

Como tomar boas decisões?

Tomar boas decisões vai depender, basicamente, de um cálculo: qual caminho tem a tendência de trazer o melhor resultado? Qual escolha o levará para mais perto de seu objetivo? Perceba que o processo de tomada de decisão é algo pensado, calculado, e não feito às pressas. Você precisa identificar e analisar as possibilidades. Dessa forma, será possível controlar a impulsividade e agir com equilíbrio entre razão e emoção.

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Abaixo, separamos passos básicos e quatro dicas de como fazer escolhas com maestria. Confira!

5 passos básicos

  1. Identifique o problema ou a oportunidade: O primeiro passo é bem simples e básico. Você deve constatar qual decisão precisa ser feita e depois definir se essa decisão envolve um problema ou uma oportunidade;
  2. Pense nas alternativas e, se preciso, crie oportunidades de resolução: Agora você deve pensar no que pode ser feito para aproveitar a oportunidade ou resolver o problema. Se for preciso, crie oportunidades para resolver a questão;
  3. Analise as alternativas em que pensou: Verifique quais são os pontos positivos e os pontos negativos de cada possível escolha. Também, pense nas possíveis consequências de cada uma. Para isso, analise todos os dados que você tiver. Caso seja preciso, converse com um especialista;
  4. Implemente sua decisão: Depois de decidir o que fazer, coloque sua ideia em prática. Lembre-se que sua tomada de decisão foi bem pensada, então não deixe o medo tomar conta e o impedir de aproveitar uma oportunidade ou fazer alguma mudança significativa;
  5. Avalie os resultados: Cada decisão tomada é uma oportunidade de aprendizado. Avalie o quão sua escolha foi eficaz ou não, seus pontos fortes e ruins, etc. Assim, se você vivenciar ou conhecer alguém que está vivendo uma situação semelhante posteriormente, terá algo que serviu de experiência.

5 dicas de como tomar decisões eficazes

1) Estabeleça metas de longo prazo e use-as para medir suas decisões

Muitas vezes, estamos em busca apenas de metas de curto prazo. Isso acontece não somente conosco, mas também com muitas organizações. Contudo, essa situação pode acabar impedindo o cumprimento de objetivos maiores, que levariam a grandes feitos! 

Para evitar que isso aconteça, é necessário descobrir quais são nossos objetivos prioritários e de longo prazo desde o início. Pare agora e pense: “quais são minhas metas de longo, médio e curto prazo?” Com isso em mente, você vai conseguir evitar o foco somente nas metas mais próximas, equilibrando a atenção com metas médias e longas e favorecendo o surgimento e a identificação de boas oportunidades.

Além disso, conforme for fazendo escolhas, questione se o que está sendo feito condiz com seus objetivos e metas. Lembrando que essa indagação deve ser uma prática constante para verificar se suas decisões estão alinhadas com os objetivos pré-estabelecidos.

Quer saber como organizar suas metas e objetivos de maneira eficaz? Clique aqui e confira!

2) Alinhe seus objetivos com seus valores principais

No item anterior, falamos sobre a definição de metas. Mas, o que o leva a decidir acerca de quais metas cumprir? O ideal é que nossos objetivos estejam alinhados a nossos valores. 

No caso das organizações, o gestor deve fazer escolhas baseado na missão e nos valores centrais da organização. Os valores organizacionais transmitem a identidade da organização. Os objetivos da empresa podem evoluir e mudar com o tempo, mas seus valores não costumam mudar.

3) Analise os gastos e esforços envolvidos

Uma forma de avaliar suas prioridades é analisando os gastos e esforços que a tomada de decisão exige. Às vezes, você quer fazer uma escolha que não cabe em seu orçamento. Outras vezes, você não avaliou bem o orçamento e não percebeu que cabia uma escolha melhor. Além disso, é necessário pensar se aquela decisão vale realmente a pena os esforços ou se você não quer se esforçar por algo que vale muito a pena.

É importante fazer essa avaliação regularmente para verificar se você está seguindo o caminho correto.

4) Tente prever os impactos de suas decisões

Algumas decisões são mais rotineiras; outras, completamente atípicas. Algumas decisões têm impactos precisos e envolvem assuntos específicos; outras são imprevisíveis e podem impactar em vários sentidos. Em geral, nas empresas, uma tomada de decisão têm consequências amplas e, por isso, precisam ser mais bem pensadas. 

Considere as variadas possibilidades e certifique-se de ponderar todos os possíveis impactos: em primeira, segunda e até terceira instância. As consequências podem conter a chave para a tomada de decisão em questão.


Conclusão

Encare a tomada de decisão como algo que pode definir se você terá mais ou menos trabalho. Pense em como fazer escolhas bem pensadas e planejadas pode evitar dores de cabeça, assim como decisões desesperadas e mal avaliadas podem gerar uma série de desconfortos e consequências desagradáveis.

Além disso, as decisões mais eficazes devem levá-lo em direção a suas metas e objetivos, contribuindo, assim, para uma vida mais plena e um negócio mais bem-sucedido.

Por falar em objetivos, quer saber como alcançar seus objetivos profissionais e realizar grandes coisas em sua carreira? Clique na imagem abaixo para saber mais.

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César Curi

César Romano é apaixonado pelo desenvolvimento humano. Inspira e planeja a prosperidade de pessoas e empresas. Formado em comunicação e marketing pela PUC e especialista em gestão de pessoas.

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